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Artigo em periódico1989

Pesquisa Agropecuária Brasileira

Respostas morfológicas de Panicum maximum Jacq. cv. Tobiata ao estresse hídrico

  • DIAS FILHO, M. B.
  • CORSI, M.
  • CUSATO, S.

Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 24, n. 7, p. 893-898, jul. 1989.

Fontes: Alice · Lattes · OpenAlex

Resumo

Objetivando avaliar algumas respostas morfológicas de Panicum maximum jacq. cv. Tobiatã ao estresse hídrico, foi conduzido um experimento em vasos, impondo-se ao solo três regimes de umidade (U1 = 45%, U2 = 29% e U3 variando de 37% a 27% de água no solo). O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com três repetições, em arranjo fatorial de regime de umidade x época de avaliação. O efeito negativo do estresse hídrico foi inicialmente verificado na parte aérea, sendo que só posteriormente a produção da raiz foi afetada. Plantas inicialmente submetidas a maior umidade do solo indicaram sofrer mais os efeitos de determinado estresse hídrico do que plantas que já experimentavam este estresse. O estado geral de deterioração das plantas sob estresse hídrico sugere que nesta condição haverá limitada capacidade de recuperação a estresses adicionais, como pastejo ou corte mecânico.

Resumo conforme Alice (Embrapa).

Palavras-chave

  • Estresse hídrico
  • Morfologia
  • Planta graminea forrageira
  • Produção de matéria seca
  • Relação raiz
  • Alongamento foliar
  • Morphology
  • Forage grass
  • Dry matter production
  • Leaf elongation
  • Root
  • Shoot ratio
  • Panicum Maximum
  • Parte Aérea
  • Water stress

Termos atribuídos na Alice (Embrapa) (incluindo Thesagro e NAL Thesaurus).

Fontes bibliográficas

Esta publicação está registrada em 3 fontes de metadados.

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