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Capítulo de livro2026

In: SANTOS, P. M.; DIAS FILHO, M. B.; NOGUEIRA, S. F.; MACEDO, M. C. M. (ed.). Diagnóstico e monitoramento de pastagens nos biomas brasileiros. Brasília, DF: Embrapa, 2026. p. 13-17

Pastagens no Brasil

  • DIAS FILHO, M. B.
  • SANTOS, P. M.
  • MACEDO, M. C. M.

In: SANTOS, P. M.; DIAS FILHO, M. B.; NOGUEIRA, S. F.; MACEDO, M. C. M. (ed.). Diagnóstico e monitoramento de pastagens nos biomas brasileiros. Brasília, DF: Embrapa, 2026. p. 13-17

Fonte: Alice

Resumo

A pecuária brasileira é predominantemente extensiva, tendo as pastagens como principal fonte de alimentação animal, as quais ocupam 164,5 milhões de hectares (MapBiomas, 2024) — Figura 1.1. Esse uso da terra configura-se como predominante nas propriedades agropecuárias do país (IBGE, 2019). As áreas de pastagem apresentam ampla variação quanto às espécies forrageiras e aos sistemas de produção, o que reflete a diversidade edafoclimática existente no território brasileiro. As pastagens naturais concentram-se principalmente nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal, destacando-se por sua elevada diversidade botânica e multifuncionalidade ecológica, que inclui serviços como a conservação do solo e da biodiversidade (IBGE, 2019). Já as pastagens plantadas distribuem-se por todos os biomas brasileiros, sendo tipicamente formadas por monoculturas de uma única espécie ou cultivar (IBGE, 2019; De Mori et al., 2024). Essa característica pode facilitar o manejo inicial, mas, em certos casos, também pode aumentar a vulnerabilidade a pragas e à degradação. Uma porção significativa das áreas de pastagens no Brasil exibe sinais evidentes de degradação; contudo, as estatísticas associadas a esse processo são altamente variáveis e inconsistentes. O diagnóstico e o monitoramento dessas pastagens representam um desafio considerável, em razão da elevada diversidade de espécies forrageiras e das peculiaridades inerentes aos biomas e aos sistemas de produção existentes no país (Aguiar et al., 2017; Silva et al., 2022; Parreiras et al., 2025; Silva et al., 2025). Essa complexidade compromete a identi-ficação precisa de áreas prioritárias para intervenção, bem como o planejamento eficaz de ações locais e regionais, o que demanda abordagens mais integradas e adaptadas à realidade agroecológica nacional. O diagnóstico correto é o primeiro passo para a recuperação e aumento de produtividade das pastagens e contribui para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável 2. Fome Zero e Agricultura Sustentável, 13. Ação Contra a Mudança Climática e 15. Vide Terrestre. A recuperação e o aumento de produtividade das pastagens contribuem para a maior produção de proteína animal e libera áreas para outras culturas agrícolas e florestais e para a restauração de vegetação nativa. Além disso, pastagens bem manejadas e produtivas contribuem para o sequestro de carbono no solo e para reduzir a vulnerabilidade dos sistemas de produção aos eventos climáticos adversos.

Resumo conforme Alice (Embrapa).

Palavras-chave

  • Selo ODS 2
  • Selo ODS 13
  • Pastagem
  • Pecuária
  • Diagnostico
  • Pastures
  • Livestock

Termos atribuídos na Alice (Embrapa) (incluindo Thesagro e NAL Thesaurus).

Notas

ODS 2, ODS 13.

Fontes bibliográficas

Registro de origem desta publicação.

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Capa de “Pastagens no Brasil”

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